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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Amy Winehouse e os seus tesourinhos









E eis que ontem finalmente, e para bem de mim e de todos os fãs, foi lançado em todo o mundo o álbum póstumo de Amy Winehouse “Lioness: Hidden Treasures”. Nada melhor que este álbum para Amy voltar a reviver.

Foi com um prazer enorme que já ouvi e voltei a ouvir este álbum. Parecem-me um pouco descontextualizados os vários temas e é evidente a luta para juntar os remendos que fazem este disco. É claro que não é o Back to Black mas mesmo assim acho uma selecção interessante, que representa o trabalho dela ao longo dos anos e até mesmo dos seus gostos musicais. É digno da Amy que espero que seja lembrada para sempre com a sua voz única! Doente, mas todos reconhecem o seu talento.



O álbum tem 12 temas, entre inéditos, canções nunca antes editadas e versões, escolhidas pelos produtores Mark Ronson e Salaam Remi, com quem Amy Winehouse estaria a preparar um novo disco, em conjunto com a família Winehouse e a editora Island Records.

Nos meus temas de eleição deste álbum está "Valerie", “Our Day Will Come”, versão reggae de um tema dos anos 1960 e gravado por Amy Winehouse em 2002, "A song for you", que a artista gravou quando estava sob o efeito das drogas em 2009, “The Girl from Ipanema” (Garota de Ipanema) a primeira canção que Amy Winehouse cantou em 2002, então com 18 anos onde se nota a ainda não muito grave voz de Amy, não tão grave e forte como estamos habituados a ouvir mas igualmente única e com toques característicos da cantora, e claro, “Body & Soul” um dueto com Tony Bennett e a última gravação que Amy fez antes de morre. Ao fim ao cabo são quase todos, sou fã o que se há-de esperar..

Adoro, adoro, adoro, um dia ainda havemos de falar do styling da menina!


Love,i

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

LookBook Inspiration #4

olivia...


Pullover shirt
€129 - conleys.de

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Soaked in Luxury vest
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Mischa Barton studded handbag
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Florence no Optimus Alive



"No Light, No Light" de Florence and the Machine no dia em que se confirma a presença da banda no Festival Optimus Alive do próximo ano. Foi uma notícia agradável para todos os fãs que poderão ouvir ao vivo o recente álbum "Ceremonials". Ainda não tive oportunidade de ouvir todas as músicas mas para já, gosto desta!


Love,i

"The Debt" de John Madden

John Mad

Ainda não vos tinha falado do filme que vi no fim-de-semana, que teve estreia no dia 1 de Dezembro, The Debt. Gostei bastante, gosto sempre de filmes que retractem uma época especifica da história mundial, com 7,1 no IMDB (gosto sempre de ter uma ideia da qualidade do filme) um thriller interessante que nos deixa a pensar no certo e errado e com brilhantes interpretações que surgem já como possíveis nomeações ao Oscar. Sobretudo de Jessica Chastain e de Helen Mirren, que interpretam Rachel Singer, respectivamente nas décadas de 60 e 90, e do dinamarquês Jesper Christensen, como o execrável Dieter Vogel.

«The Debt» (Dívida) é um remake americano de um filme israelita e segue duas linhas temporais distintas separadas por 30 anos. Tudo começa em meados da década de 60, quando três operacionais da Mossad preparam uma missão na Alemanha. O plano é apanhar e levar à justiça um criminoso de guerra chamado Dieter Vogel, conhecido como o cirurgião de Birkenau. A missão acaba por ter um final satisfatório e eles são recebidos como heróis em Israel, passando a viver “à sombra” do seu sucesso mas a história não termina por aí e o criminoso volta a entrar nas suas vidas.

O filme não tem acção constante e por vezes um pouco lento para um filme do género, mas onde a tensão e a própria angústia são constantes. Acaba por nos deixar no ar uma questão de consciência sobre o que é realmente certo e errado. No entanto achei o final é um pouco precipitado não fazendo jus a toda a envolvência do filme e á lentidão de toda a história até então. Fica a sensação de que de uma forma geral poderia ter sido mais bem conseguido por parte do realizador John Madden.
Recomendo!
Love,i


Natal iluminado da Chanel







A Chanel já lançou a sua colecção de Natal, Les Scintillances,  que como o próprio nome indica foi inspirada nesta quadra natalícia e nas festas de fim de ano! Está centrada nos tons, vermelho, preto, bege e dourado – os preferidos de Mademoiselle Coco Chanel para essa época do ano. Tem batons, gloss, verniz, delineador, sombras e pós. Nada falta para uma maquilhagem total Chanel muito luxuosa e uma boa sugestão para as prendinhas de Natal!

Para as unhas, a cor da coleção é o Rouge Carat, um vermelho perolado que lembra as decorações de Natal. Eu, que não sou muito dos acabamentos pérola, gostei do tom.

Adorei a sugestão dada através da manequim Monika "Jac" Jagaciak que aparece deslumbrante com uma maquilhagem super glamorosa, lábios vermelhos vibrantes, uma pele com tez marfim e os olhos cintilantes com o delineador dourado que provoca uma olhar bastante atractivo e original.

Love,i

Birkin da Hermés



Jane Birkin




Birkin



Birkin $64,800








Blanco 39,99€


Blanco 39,99€



Eu adoro a Jane Birkin, acho que ela foi uma das mulheres mais bonitas e fantásticas da sua geração. Não foi à toa que ela foi a musa inspiradora da mala mais desejada do mundo da moda para as mulheres que sempre gostaram de clássicos, a Birkin, da Hermés.

Relembrando um bocadinho da história sabe-se que foi em 1984 quando a actriz inglesa Jane Birkin viajava ao lado de Jean-Louis Dumas, herdeiro e então presidente da Hermès, num voo entre Paris e Londres que Jane reclamou que não existia no mercado uma mala grande e prática o suficiente para a vida da mulher moderna. Meses mais tarde surgiria a Birkin, baseada em um modelo original do fim do século XIX, o mesmo que deu origem à bolsa Kelly.

Uma Birkin custa pelo menos 5,5 mil euros. Apenas cinco exemplares são feitos por semana e um único artesão leva 25 horas para construir o modelo, que deve apresentar duas alças, fecho com logotipo gravado, cadeado, correia de couro horizontal e tachas na base. O tipo de couro e a cor têm impacto no preço. Laranja, o tom símbolo da casa Hermés, é um fetiche.

Actualmente as malas mais caras da marca são em pele de crocodilo, que eles próprios criam na sua quinta na Australia, diamantes e ouro. Sem dúvida uma tentação

Reza a lenda que Victoria Beckham, como verdadeira “it woman” que é, tem cerca de 100 modelos diferentes da super-poderosa bolsa Hermès no seu closet.O sonho de qualquer uma de nós..

Mas para quem não é uma Victoria Beckham mas é apaixonada por este modelo, pode sempre optar pelos modelos inspirados na Birkin que já existem em lojas fast fashion por todo o lado, de várias cores e vários tamanhos. É claro que não é mesma coisa mas é bem mais acessível.


Love, i

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011